Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

 

A actual configuração do Castelo de S. Jorge resulta das obras de reconstrução que decorreram na década de 40 do século XX.

 

Aqui, por este local, passaram fenícios, gregos e cartagineses; depois, vieram os romanos, os suevos e os visigodos. No século VIII, os muçulmanos fundaram Lissabona e a fortificação já existia. Finalmente, em 1147, D. Afonso Henriques, com a ajuda de cruzados de várias nacionalidades, tomou o castelo aos mouros.

 

História à parte, o Castelo é um dos locais mais bonitos do mundo. Lá de cima, a vista sobre o estuário do Tejo e sobre toda a Baixa de Lisboa é de tirar o fôlego.

 

Estive lá hoje, mais uma vez - eu e muitos turistas estrangeiros, gozando deste sol magnífico.

 


 

A Mouraria é um dos mais antigos bairros de Lisboa e o seu nome deriva do facto de, após a conquista de Lisboa, os mouros terem ficado confinados a esta região.

 

Estendendo-se a partir do Martim Moniz até ao Castelo, o bairro está ligado intimamente ao fado. Foi na Rua do Capelão que nasceu a Maira Severa, a fadista mais famosa até ao surgimento de Amália.

 

Hoje em dia, sobretudo depois do aparecimento do Centro Comercial do Martim Moniz, a Mouraria transformou-se num bairro multicultural. Percorrer a rua do Bemformoso (na foto) é deparar com lojas de telemóveis de paquistaneses ou de oriundos do Bangla Desh, armazéns chineses e outras lojas dos cinco continentes.

 

Estive lá hoje, mais uma vez.


 

Alfama é um dos bairros mais típicos de Lisboa. O nome deriva da palavra árabe al-hama, que significa "águas quentes". Ainda hoje existem fontes termais na encosta onde o bairro se estende.

 

Inicialmente, Alfama era um bairro de pescadores e a sua expansão para lá das muralhas do Castelo, fez com que D. Fernando mandasse erigir uma outra muralha, em 1373 - é a muralha fernandina, que ainda hoje lá está (parte dela, claro).

 

A intensa construção fez o que Alfama hoje é: um emaranhado de ruas estreitas, de escadas e escadinhas, encosta acima, em direcção ao Castelo.

 

A foto é tirada do Miradouro de Santa Luzia e vê-se a igreja de S. Vicente de Fora , à direita, o Panteão.

 

Estive lá hoje, mais uma vez.


Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011

 

O Aqueduto das Águas Livres é considerado umas das mais notáveis obras de engenharia hidráulica.

 

A sua construção decorreu entre 1732 e 1748, no reinado de D. João V e a sua extensão total ultrapassa os 58 quilómetros.

 

Claro que o troço sobre o vale de Alcântara é o mais espectacular. São 35 arcos (14 ogivais e os restantes em volta perfeita), totalizando 941 metros de comprimento. O maior arco tem 65 metros de altura por 29 de largura - trata-se do maior arco em ogiva em pedra do mundo.

 

O Aqueduto, além de fornecer água a Lisboa (esse fornecimento terminou em 1967), também servia de acesso à cidade, graças aos passeios sobre os arcos. Era por aí que os hortelões e as lavadeiras passavam da zona saloia para o centro da cidade. E era também aí que o facínora Diogo Alves atacava as suas presas, atirando-as, depois, lá para baixo. É nesses passeios que podemos caminhar, novamente, desde março de 2011.

 

Estive lá em setembro de 2011.


Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011

 

A Torre de Belém é um dos ex-libris de Lisboa.

 

Para quem, como eu, está habituada a vê-la quase todos os dias, a afirmação até pode parecer exagerada. Mas a verdade é que este monumento documenta e identifica uma cidade.

 

A sua construção terminou em 1520 e o arquitecto responsável foi Francisco de Arruda. Sob o reinado de D. Manuel, a Torre começou por servir como defesa da entrada do Tejo, mas rapidamente deixou de ter funções militares.

 

Hoje em dia é local de peregrinação de turistas de todo o mundo. A foto foi tirada junto ao edifício da Fundação Champalimaud.

 

Estive lá inúmeras vezes, a última em setembro de 2011.



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