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Já lá estive

breves apontamentos sobre os locais que já visitei

26
Jun12

Ilhas Elaphitis, Croácia

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A Croácia tem mais de um milhar de ilhas, ao longo da costa. As que ficam em frente a Dubrovnik são conhecidas como as Elafitski otoci (ilhas).

 

Destas, três são habitadas: Sipan, Lopud e Kolocep (visitei estas duas últimas).

 

Lopud tem cerca de 4,5 km quadrados, um vale fértil e algumas praias de calhaus, com um Adriático calmo e quente. É para aqui que muitos habitantes de Dubrovnik vêm passar as férias.

 

Estive lá em junho de 2012.

26
Jun12

Dubrovnik, Croácia

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Situada no sul da Croácia (Hrvaska), Dubrovnik é património da Unesco, organismo que ajudou, juntamente com a União Europeia, à reconstrução desta cidade que, em 1991-92 foi vítima de mais de 2 mil bombas e mísseis disparados pela Sérvia.

 

Dubrovnik está rodeada por uma cintura de quase 2 km de muralhas, que a separam do Adriático azul e transparente.

 

A parte histórica da cidade resume-se a uma rua principal (Stradun), construída no século 12, e uma dúzia de ruelas perpendiculares. Muitas esplanadas nas ruas, roupa estendida das janelas e, em Junho, um calor sufocante de quase 40 graus. As praças fazem lembrar Veneza.

 

A cidade vê-se melhor das muralhas mas há que aguentar os degraus e o calor. A foto foi tirada da estrada que sai de Dubrovnik, a caminho do Montenegro.

 

Estive lá em junho de 2012.

20
Nov11

Canal de Corinto, Grécia

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Foi inaugurado em 1893 e liga o Mar Egeu ao Golfo de Corinto, fazendo com que a península grega do Peloponeso esteja transformada numa ilha.

 

O Canal de Corinto tem 6,3 km de comprimento, mas apenas 21 metros de largura; portanto, embora permita que os barcos poupem uma viagem de 400 km em redor do Peloponeso, tem pouca utilidade para os cargueiros actuais, demasiado largos para ali passarem. Por esse motivo, hoje em dia, é sobretudo utilizado por barcos de turismo.

 

Estive lá em setembro de 1998.

17
Set11

Acqua Alta, Veneza

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Veneza fica situada na lagoa do mesmo nome, no nordeste do Mar Adriático. Na verdade, Veneza é um arquipélago de 118 ilhas, separadas por 160 canais.

 

Virada para o mar aberto e sem nenhuma protecção natural, Veneza está sujeita às grandes variações das marés, sobretudo no outono, quando ocorre o fenómeno conhecido como acqua alta.

 

Houve-se uma sirene e já sabemos que as partes mais baixas da cidade vão ficar submersas, nomeadamente a Praça de São Marcos.

 

Quando isso acontece, vemos os turistas, em filas intermináveis, caminhando sobre estradas, por cima das águas, enquanto outros, mais prevenidos e destemidos, se aventuram a caminhar na água, com botas altas de borracha, que os vendedores ambulantes vebdem nas esquinas.

 

A imagem mostra uma das pontas da Praça de São Marcos, a caminho da Ponte dos Suspiros.

 

Estive lá, pela segunda vez, em outubro de 2004.

22
Jun11

O Sol à meia-noite, Tromso

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Não está correcto dizer-se que vemos o sol da meia-noite. De facto, o sol é sempre o mesmo, qualquer que seja a hora em que o vemos. O sol da meia-noite não é diferente do sol das 5 da tarde ou das 8 da manhã.

 

Devemos, então, dizer que vimos o sol à meia-noite.

 

Foi o que fizemos a norte de Tromso, numa ilha chamada Kvalaya, mesmo em frente ao mar de Barents.

 

Aqui é que as noites são mesmos brancas.

 

Estive lá em junho de 2011.

18
Jul10

Helsinki Saaristo

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Helsínquia está rodeada de um arquipélago formado por inúmeras pequenas ilhas, algumas com apenas alguns metros. Na foto, vê-se um paquete passando por trás de uma pequena ilha com apenas uma casinha de madeira, tipicamente pintada de vermelho (bom gosto finalndês...)

 

As ilhas que se espalham pelo golfo da Finlândia, incluem Suomenlina (onde está a fortaleza que defende a cidade), Seurasaari (que tem um museu do ar), Pihlajasaari (com algumas praias, incluindo uma de nudistas), Korkeasaari (onde fica o Zoo de Helsínquia).

 

Partindo da Praça do Mercado, podemos fazer um passeio de barco de hora e meia, passando por todas estas ilhas.

 

Estive lá em junho de 2010.

05
Jul10

Toompea, Tallinn

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Indo pela ladeira íngreme, conhecida como Perna Longa (por onde subiam os cavalos) ou pelas escadas, conhecidas por Perna Curta (por onde subiam as pessoas), chegamos ao topo de Toompea, a pequena mas íngreme colina que domina Tallinn.

 

Toompea, que significa Colina da Catedral, tem múltiplas atracções, como o castelo e a catedral Alexander Nevsky, mas a subida esforçada vale sobretudo a pena pelo panorama.

 

Lá de cima, em dois miradouros, abarca-se toda a cidade medieval até ao Báltico, que espreita lá ao fundo, com os seus grandes paquetes que fazem ligação com São Petersburgo ou Helsínquia.

 

Estive lá em junho de 2010.

28
Jun10

Lahemaa Rahvuspark, Estónia

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O Parque Nacional de Lahemaa (terra das baías) foi estabelecido em 1971 e foi o primeiro da Estónia.

 

Situado a cerca de 80 km de Tallinn, os 725 km2 do Parque incluem antigas vilas com casas de madeira, florestas antigas, uma fauna variada, que inclui lobos e ursos, praias e pântanos, junto ao Báltico.

 

Uma das atracções do Parque é Palmse, uma antiga casa senhorial, pertencente a uma família balcânico-alemã que se estabeleceu neste local no século 18 e que, hoje em dia, está transformada numa casa-museu.

 

Estive lá em junho de 2010.

 

28
Jun10

Jurmala, Letónia

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A 20 km a sudoeste de Riga, fica Jurmala (significa "costa").

 

Trata-se de um conjunto de elegantes casas, muitas delas de madeira, que se entedem por 33 km. Em frente, o golfo de Riga, e uma praia de areia branca e bandeira azul. Brejnev e outros altos dirigentes soviéticos, quando escolhiam o Báltico como destino de férias, era para Jurmala que vinham.

 

Com cerca de 55 mil habitantes, Jurmala é a quinta maior cidade da Letónia.

 

Estive lá em junho de 2010.

27
Jun10

As fontes de Peterhof

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Depois de ter visitado Versailles e após a sua vitória sobre os suecos, em Poltava, em 1709, Pedro, o Grande decidiu mandar construir um Palácio à sua altura - Peterhof, a sua residência de Verão.

 

Concebido por Jean-Baptiste Le Blond, o Palácio foi construído entre 1714 e 1721 e totalmente reconstruído depois dos alemães o terem praticamente destruído na 2ª Grande Guerra.

 

As fontes dos jardins são mais de 150, destacando-se este conjunto de fontes, que desce desde o Palácio até ao jardim, com o Báltico ao fundo. Esta Grande Cascata comemora a vitória sobre os suecos. As águas que alimentam as suas fontes, vêm de nascentes subterrâneas, a 22 km de distância e jorram apenas graças ao declive do terreno, sem qualquer ajuda mecânica.

 

Estive lá em junho de 2010.

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